Um Bom Pastor (video – 2001)

Um documentário de Jorge Pereirinha Pires e José Francisco Pinheiro

Documentário sobre as gravações do último disco de José Afonso, «Galinhas do Mato», a convite de Nuno Rodrigues – antigo compositor da Banda do Casaco, e actual editor da MVM, a etiqueta discográfica responsável pela reedição de «Galinhas do Mato» em CD, onde este trabalho foi incluído como extra.

Podem vê-lo em http://bravadanca.blogspot.com/2006/06/um-bom-pastor-video-2001.html

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8 Comentários para “Um Bom Pastor (video – 2001)”

  1. Caríssimos,

    obrigado pela ligação ao blog «Brava Dança», mas sugiro que a corrijam para o endereço directo do video: http://bravadanca.blogspot.com/2006/06/um-bom-pastor-video-2001.html .

    Cumps
    J

  2. É bom existir este documento. É pena ter sido encomendado pela MVM, que deixou de fora José Mário Branco e Fausto, responsáveis por alguns arranjos deste disco. Trata-se de uma colagem oportunista à reedição do disco (agora em CD) com entrevistas em série (talking heads) que pouco acrescentam ao que se sabe.
    Como diria o outro: “é melhor que nada…”

  3. José Mário Branco não quis participar no documentário. Quanto à presença de Fausto no «Galinhas do Mato», para mim é uma completa novidade. E, penso, para toda a gente. Que tal dar uma olhadela à ficha técnica do disco? Por vezes, o silêncio é a melhor opção – embora não seja uma norma geral…

  4. De facto, o Fausto não teria participado. Agora percebo melhor o silêncio do José Mário Branco…

  5. Essa cabeça anda um bocado confusa: esta não foi a primeira, mas sim a segunda reedição do disco em CD (a primeira foi feita na década de 1990). Evidentemente, também me diverti com o resto: «colagem oportunista», «talking heads», etc. Para comentário não está mal, embora também não esteja bem: é melhor que nada. Em que ficamos? Não sei, mas acho que pelo contrário…

  6. É melhor que nada, porque não existe outro. Mas este é mau. Foi feito dez ou mais anos depois da gravação, apenas na segunda reedição (porque não na primeira?), em câmara fixa, sem o mínimo de criatividade e com alguns personagens (José Oliva) que não acrescentam nada ao filme, para além de serem amigas de Júlio Pereira. Repito o que disse: trata-se de um truque comercial (barato) da MVM, que arranjou um sub-produto, para enganar os pacóvios. Mas, como diz o outro, “é melhor que nada”…O José Afonso, que os produtores da “obra” tanto dizem elogiar, merecia mais. É só isto.

  7. Eh, eh, esta ainda me divertiu mais. É que para haver crítica, qualquer crítica, tem que haver anteriormente uma descrição precisa. Ora, em matéria de precisão, você está longe de ser exemplo para quem quer que seja, como se pode ver pelos comentários anteriores. Em contrapartida, sobra-lhe em fel o que lhe falta em argúcia: aquando da primeira edição em CD ainda não era tecnicamente possível inserir faixas video neste tipo de suporte. Mas, claro, você não deve ter dado por isso (além de não ser, obviamente, amigo do Júlio Pereira).

    PS: Por falar em precisão, não sei quem é o «José Oliva». Mas o João Luís Oliva, que aparece no filminho, foi o assistente de produção do disco (é verdade, isso também lá vem na ficha técnica do mesmo!!)

    PS 2: No primeiro «comentário» disse que era «um bom documento», embora não tenha querido, ou sabido, explicar porquê. No último diz que é «mau», mas não também não sabe, nem pode, argumentar em contrário. Por mim fiquei esclarecido…

  8. Não há contradição nehuma naquilo que eu disse. O facto de existir este “vídeo” é bom (do ponto de vista documental). Não estou a criticar a intenção de fazer o vídeo. Mas, como sabemos, de “boas intenções, está o inferno cheio”. O que eu critico é a opção da editora em fazer um vídeo como este: pobre de conteúdos, filmado em casa, sem criatividade (câmara fixa e “talking heads”), sem um dos principais produtores musicais (JMB) e com João Oliva que, mesmo como assistente de produção, não adianta nada lá estar. A minha crítica tem a ver com o oportunismo editorial da MVM, que anunciou o produto como uma “oferta extra”, relativamente a este album, o que não é de todo verdade. Um velho truque para vender mais uns CD´s em tempo de crise. Como, provavelmente, tinham um “budget” pequeno, fizeram isto. Não sei se acham que é bom, mas eu acho que é mau. Para sua informação, sou amigo pessoal do Júlio Pereira, do João Oliva e do Janita Salomé. Conheci pessoalmente o Luís Represas e o Nuno Rodrigues. Tive o privilégio de conhecer pessoalmente José Afonso e lamento profundamente que não tenham conseguido fazer mais. É a opinião de quem sabe ser possível fazer melhor. Não se trata de fel, mas de frontalidade, coisa a que os portugueses não estão habituados.
    Sempre a considerá-lo,
    RM

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