Prémio Memorial LiberPress atribuído amanhã a José Afonso

O prémio espanhol Memorial LiberPress foi atribuído este ano a José Afonso e será entregue amanhã numa cerimónia simbólica, na campa do cantor e compositor no Cemitério da Nossa Senhora da Piedade, em Setúbal.

O prémio é atribuído desde o ano passado pela Asociacion LiberPress, com sede em Girona, Espanha, distinguindo a título póstumo uma personalidade que tenha lutado pela dignidade e os direitos humanos, e cujo percurso de vida possa servir de exemplo à sociedade.

Fonte próxima da associação disse hoje à Lusa que a iniciativa da cerimónia tem a colaboração da Associação José Afonso e da presidência da Câmara de Setúbal, e terá lugar às 11h00.
O acto simbólico de homenagem a José Afonso contará com as presenças de uma delegação da LiberPress, chefiada pelo seu presidente, Carles McCragh, de o presidente da Deputation de Girona – que engloba 220 municípios – Enric Vilert, e da presidente da Câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira. Também estarão presentes o vice-reitor da Universidade de Aveiro, Manuel Assunção, o presidente da Associação José Afonso, Francisco Fanhais, o jornalista Adelino Gomes, a filha de José Afonso, Helena Afonso, e amigos do cantor.
O prémio Memorial LiberPress é representado por uma placa que será mais tarde colocada na Universidade de Aveiro, num pequeno jardim anexo a um edifício onde existe uma livraria e uma sala de espectáculos e exposições.
O cantor e compositor José Afonso, nascido em Aveiro em 1929 e falecido em Setúbal, em 1987, ficou para sempre associado à música popular portuguesa e de intervenção contra a ditadura do Estado Novo.
Com carácter não-governamental, humanitário e sem fins lucrativos, a associação LiberPress foi criada em Girona, em 1999, para promover a cultura de solidariedade, e procura envolver os meios de comunicação social nesse movimento realizando conferências, debates, exposições e jornadas.
Criado em 2008, o prémio Memorial LiberPress foi então atribuído à jornalista e fotógrafa de guerra Gerda Taro, uma alemã de origem judia que morreu num acidente em 1937, perto de Madrid, durante a retirada das tropas republicanas, quando fazia a cobertura da Guerra Civil de Espanha.
Jornal Público
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