festival

 

Quem teve a possibilidade de ouvir e estudar a música tradicional dos povos compreende que José Afonso tinha toda a razão em chamar a atenção para a sua importância. Se já somos sensíveis à preservação do ambiente, da atmosfera, das espécies animais e das plantas, da qualidade de vida, então entenderemos também que as nossas múltiplas raízes musicais não se podem deixar sufocar ou morrer. Há sim que preservá-las e dá-las a conhecer.
Com o Festival de Música Tradicional queremos, através das diferentes expressões musicais de raiz popular no mundo, chamar a atenção para diferentes culturas, diferentes costumes e diferentes formas de pensamento, e no apreciar desta diferença perceber que se cresce em solidariedade, tolerância e respeito pela diversidade.
A natureza é diversa e o homem, parte dela, é diverso também. A música aproxima os povos e a música tradicional, longe da massificação com que nos bombardeiam diariamente, faz dessa aproximação uma riqueza inegociável num mundo de dinheiro, de concorrência desenfreada, do “Senhor Moeda”.
A diferença de que falamos, não só na música, mas em tudo na vida, mais do que tolerada, deve ser plantada, divulgada, promovida, para que não nos esterilizem num mundo em que a “coisa única” cada vez mais nos ferra o dente!
Integrando as manifestações musicais numa acção mais alargada, desde exposições diversas até ao teatro de rua, pretendemos afirmar uma vivência comum e uma comunicabilidade artística, que tenha a rua como palco e como origem.

Propomo-nos desenvolver cada vez mais, uma acção de carácter internacional e com larga projecção nacional, produtora de experiências, que possam ser retomadas noutros locais.
Sensibilizar os agentes culturais para o facto de que as iniciativas desta envergadura poderão e deverão realizar-se fora da grande cidade, embora aceitando os riscos, tal como noutras actividades, da descentralização.
Congregar, dinamizar e estimular cidadãos de reconhecida capacidade cultural, não só do local, mas de todo o país, para um projecto que, pela diferença, motivação e patrono, possibilite um novo entusiasmo.

 
 
1989

Grallers de l’Accord (Catalunha)
Debadoiro (Galiza)
Américo Augusto Rodrigues e
D. Lucia (Portugal)
Banda Fraternidade Grandolense (Portugal)
Banda Amizade Visconde d’Alcácer (Portugal)
Cramol (Portugal)
Carlos Paredes (Portugal)
Kiss Tamas (Hungria)
Luís Pastor (Espanha)
Brigada Victor Jara (Portugal)
Julinho da Concertina (Portugal)
Armindo Mizalak e Samuel Samorosa (Angola)
Bleizi Ruz (Bretanha)
Sérgio Godinho (Portugal)
Bulimundo (Cabo Verde)
 
 
1990

Duo Tchisossi (Angola)
Issabari (Guiné Bissau)
Tuna de Carvalhais (Portugal)
Bombos de Lavacolhos (Portugal)
Pauliteiros de Miranda (Portugal)
Rádio Macau (Portugal)
Joe e Antoinette Mc Kenna (Irlanda)
 
 
1992

Grupo Coral “Os Amigos do Cante” (Portugal)
Grupo de Tocadores de Viola Campaniça (Portugal)
Tuna de Carvalhais (Portugal)
Batuke Finka-Pé (Cabo Verde)
Baba Canuté (Guiné-Bissau)
Grupo Rimay (Equador)
Emílio Cao (Galiza)
Orquestina del Fabirol (Espanha)
 
 
1993

Cantares ao Desafio (Portugal)
Coro de Adufes da Penha Garcia
e Catarina Chitas (Portugal)
Alfolíes (Galiza)
João Afonso (Portugal)
Matto Congrio (Galiza)
Orkest de Volharding (Holanda)
Paco Ibañez (Espanha)
Kolà San Jon (Cabo Verde)
Cantares de Manhouce (Portugal)
Grandes Vozes Búlgaras (Bulgária)
 
 
1994

Grupo Coral “Os Camponeses de Pias”
(Portugal)
Grupo Coral “Os Ganhões de Castro Verde”
(Portugal)
Coro Popular de Espinho (Portugal)
Nuevo Mester de Juglária (Espanha)
Muzsikás e Ticiána Kazár (Hungria)
Javier Ruibal (Espanha)
El Cabrero (Espanha)
 
 
1995

Banda de Gaitas Xarabal (Galiza)
Grupo de Tocadores de Pedrinhas de Arronches (Portugal)
Grupo de Cantadeiras da A.X. Xiradela de Arteixo (Galiza)
Realejo (Portugal)
Júlio Pereira (Portugal)
Slua Nua (Irlanda)
Yulduz Usmanova (Usbekistão)
Grupo de Zés Pereiras “Os Completos” (Portugal)
Cecile Kayirebwa (Ruanda)
 
 
1996

Tuna de Carvalhais (Portugal)
Cramol (Portugal)
Muyeres (Asturias)
Gaiteiros de Lisboa (Portugal)
La Ciapa Rusa (Italia)
Berrogüetto (Galiza)
Njava (Madagascar)
Salif Keita (Mali)
Sainkho (Tuva)
Grupo de Zés Pereiras “Os Vilacondenses” (Portugal)
 
 
1997

Conjunto de Cavaquinhos Henrique Lima Ribeiro (Portugal)
Realejo (Portugal)
Luis Pastor (Espanha)
Vieja Trova Santiaguera (Cuba)
Cempés (Galiza)
João Afonso (Portugal)
Uxía (Galiza)
Bisserov Sisters (Bulgária)
Purna das Baul & Bapi (Índia)
Kocani Orkestar (Macedónia)
Tellu Virkkala (Finlândia)
Vasmalom (Hungria)
 
 
1998

Os Camponeses de Riachos com Teresa Tapadas (Portugal)
Banda de Gaitas Xarabal (Galiza)
Zeca Medeiros (Portugal)
Oskorri (País Basco)
Maria Kalaniemi & Aldargaz (Finlândia)
Kila (Irlanda)
Vershki da Koreshki (Russia)
Nass Marrakech (Marrocos)
Väsen (Suécia)
Egschiglen (Mongólia)
Maria del Mar Bonet (Catalunha)
 
 
1999

Os Camponeses de Pias (Portugal)
Tavagna (Córsega)
Banda da União Seixalense (Portugal)
JPP (Finlândia)
Brigada Victor Jara (Portugal)
Banda Bombeiros Voluntários de Loures (Portugal)
Kepa Junkera (País Basco)
Fanfare Ciocarlia (Roménia)
Yungchen Lhamo (Tibet)
Galata Mevlevi Musik e Sema Ensemble (Turquia)
La Bottine Souriante (Canadá)
Grupo de Cantares Milho Rei (Portugal)
Banda Amizade Visconde Alcácer (Portugal)
Grupo de Zés Pereiras de Passos
de Silgueiros (Portugal)
Susana Baca (Peru)
Milladoiro (Galiza)
 
 
2000

Gefac (Portugal)
Amélia Muge (Portugal)
Rosa Zaragoza (Espanha)
Grupo de Cantares do Minho
de Pedras Brancas (Portugal)
Nahawa Doumbia (Mali)
Bagad Kemper (Bretanha)
Vá-de-Viró (Portugal)
Hamza El Din (Sudão)
Verd e Blu (Gasconha)
Kroke (Polónia)
Folia (Galiza)
Grupo de Bombos e Zés Pereiras
“Os Completos” (Portugal)
Banda Nova (Portugal)
Grupo de Bombos e Zés Pereiras
“Os Vilacondenses” (Portugal)
Colenso (África do Sul)
Orquestra de Timbilas
Venâncio M’Bande (Moçambique)
 
 
2001

Segue-me à capela (Portugal)
Entre Retamas (Espanha)
Danças Ocultas (Portugal)
Carlos Nuñez (Galiza)
Thiarea (Madagascar)
Toto la Momposina (Colombia)
Djivan Gasparyan (Arménia)
Gazhal Ensemble (India/ Irão)
Between Times (Israel/ Palestina)
Luzmila Carpio (Bolívia)
dd Synthesis (Macedónia)
Ardentia (Galiza)
Estrelas do norte Grupo de Bombos (Portugal)
Banda da Sociedade Filarmónica União Seixalense (Portugal)
Os ceifeiros de Cuba (Portugal)
Grupo de Cantares “O Sincelo” (Portugal)
Ida e Volta-Grupo de Bombos (Portugal)
Banda Sociedade Filarmónica de Mira Sintra (Portugal)
Ronda Candeledana (Espanha)
Djamboonda (música africana) (Portugal)
 
 
2002

Alexandre Bateiras e João Gomes (Portugal)
Moçoilas (Portugal)
O ó que som tem? (Portugal)
Berrogüetto (Galiza)
Zoè (Itália)
Gjallarhorn (Suécia)
Banda da Sociedade Filarmónica
Timbre Seixalense (Portugal)
As camponesas de Castro Verde (Portugal)
Grupo de Bombos de Santo André (Portugal)
Grupo de teatro O BANDO (Portugal)
Ali Akbar Moradi (Curdistão)
Birol Topaloglu (Laz/ Turquia)
Ulali (E.U.A.)
Marlui Miranda e Camerata Atheneum
Ihu todos os sons (Brasil)
Banda Filarmónica da Sociedade
Musical Sesimbrense (Portugal)
Pauliteiros de Palaçoulo (Portugal)
Bombos e Zés P’reiras Equipa Espiral (Portugal)
Zurrumalla (Galiza)
 
 
2003

Espectáculo na Aula Magna “Afirmar Cantigas do Maio”

Samir e Vissan Joubran (Palestina)
Uxia (Galiza)
 
 

Abril  2014
STQQSSD
 123456
78910111213
14151617181920
21222324
25
26
27
282930 

SUBSCREVER NOTÍCIAS

Categorias

Arquivo


Ad Square Ad Square
Ad Square Ad Square

 

Here is the Music Player. You need to installl flash player to show this cool thing!

© 2014 AJA. All Rights Reserved. Iniciar sessão - Designed by Gabfire Themes