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		<title>&#8220;Cantigas do Maio&#8221; na ESE do Porto</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 09:43:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AJA</dc:creator>
				<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Homenagens e tributos 2012]]></category>
		<category><![CDATA[José António Gomes]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Os alunos do 1º ano das licenciaturas de AVTA e Ed. Musical, no âmbito da UC Projeto I, convidam a comunidade escolar para assistir aos espetáculos que terão lugar no próximo dia 17 de maio, a partir das 16h, em diferentes espaços da escola. Textos: Alexandre O&#8217;Neill, José Afonso, Manuel Alegre, Sérgio Godinho Música: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aja.pt/wp/wp-content/uploads/2012/05/jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-14672" title="" src="http://www.aja.pt/wp/wp-content/uploads/2012/05/jpg" alt="" width="477" height="680" /></a><br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Os alunos do 1º ano das licenciaturas de AVTA e Ed. Musical, no âmbito da UC Projeto I, convidam a comunidade escolar para assistir aos espetáculos que terão lugar no próximo dia 17 de maio, a partir das 16h, em diferentes espaços da escola.</p>
<p>Textos: Alexandre O&#8217;Neill, José Afonso, Manuel Alegre, Sérgio Godinho<br />
Música: José Afonso<br />
Professores: José António Gomes, Roberto Merino, Rui Bessa, Sara Botelho</p>
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		<title>Dossiê da C.M. Setúbal sobre José Afonso</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 14:04:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AJA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Consulte aqui o dossiê de 12 textos disponibilizados pela Câmara Municicpal de Setúbal no seu sítio. &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mun-setubal.pt/pt/dossier/as-portas-que-zeca-abriu/99" target="_blank">Consulte aqui o dossiê de 12 textos </a>disponibilizados pela Câmara Municicpal de Setúbal no seu sítio.<br />
&nbsp;<a href="http://www.aja.pt/wp/wp-content/uploads/2012/05/José-Afonso.jpg"><img src="http://www.aja.pt/wp/wp-content/uploads/2012/05/José-Afonso.jpg" alt="" title="José Afonso" width="477" height="357" class="alignleft size-full wp-image-14668" /></a></p>
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		<title>Em memória de Bernardo Sassetti</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 15:51:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AJA</dc:creator>
				<category><![CDATA[destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Daquelas teclas saía arte. No seu piano nasciam notas de liberdade. Do seu piano saiu um Zeca recriado! À família e amigos, a Associação José Afonso apresenta um forte abraço solidário com a certeza que a obra do Bernardo Sassetti continuará a ser celebrada. Pela AJA, Francisco Fanhais (Presidente da Direcção)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aja.pt/wp/wp-content/uploads/2012/05/sassetti.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-14649" title="sassetti" src="http://www.aja.pt/wp/wp-content/uploads/2012/05/sassetti.jpg" alt="" width="477" height="338" /></a><br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Daquelas teclas saía arte.<br />
No seu piano nasciam notas de liberdade.<br />
Do seu piano saiu um Zeca recriado!<br />
À família e amigos, a Associação José Afonso apresenta um forte abraço solidário com a certeza que a obra do Bernardo Sassetti continuará a ser celebrada.</p>
<p>Pela AJA,<br />
Francisco Fanhais<br />
(Presidente da Direcção)</p>
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		<title>40 anos da primeira interpretação pública de &#8220;Grândola, vila morena&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 10:35:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AJA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Grândola]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Terra da fraternidad (Galiza)]]></category>

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		<description><![CDATA[O 40.º aniversário da primeira interpretação pública de &#8220;Gândola, vila morena&#8221;, por José Afonso, é assinalado na quinta-feira, em Santiago de Compostela, na Galiza, Espanha, numa iniciativa de homenagem ao &#8220;cantautor&#8221; português. O tema cantado por Zeca no Burgo das Nações, em Santiago de Compostela, a 10 de maio de 1972, será agora levado ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O 40.º aniversário da primeira interpretação pública de &#8220;Gândola, vila morena&#8221;, por José Afonso, é assinalado na quinta-feira, em Santiago de Compostela, na Galiza, Espanha, numa iniciativa de homenagem ao &#8220;cantautor&#8221; português.<br />
O tema cantado por Zeca no Burgo das Nações, em Santiago de Compostela, a 10 de maio de 1972, será agora levado ao Auditório da Galiza, na mesma cidade, por um grupo de músicos que se junta para homenagear o autor e cantor português, falecido em Setúbal há 25 anos.<br />
O músico João Afonso, as cantoras galegas Uxía e Ugia Pedreira, a angolana Aline Frazão, o ator e encenador galego Quico Cadaval e o compositor brasileiro Fred Martins integram o cartaz do espetáculo.<br />
A associação de percussão de Santiago de Compostela Trópico de Grelos, o etnomusicólogo galego Xico de Cariño, a cantora galega Guadi Galego, o cantor Tiago Gomes, voz do grupo Os Inspectores e letrista de A Naifa, são outros dos músicos que se associaram ao espetáculo que assinala a primeira vez que a canção foi interpretada em público, por Zeca Afonso, na primeira digressão do músico português pela Galiza, que passou então por Ourense, Lugo e Santiago de Compostela.<br />
Trinta é o número total de músicos e compositores que se associaram à iniciativa integrada no festival &#8220;Terra da Fraternidade &#8211; Galiza a Zeca Afonso&#8221;, a decorrer em Santiago de Compostela.<br />
O espetáculo conta ainda com a participação do ator e humorista galego Carlos Blanco, do ator, dramaturgo e fundador do Trigo Lilmpo/Acert José Rui Martins, do argumentista e diretor de cinema Pablo Portero, da companhia de teatro Chevère e da companhia galega de palhaços &#8220;Os sete magníficos más 1&#8243;.<br />
Num testemunho sobre a primeira digressão de José Afonso à Galiza, o músico Artur Reguera, que acompanhou o compositor português naquela ronda, recorda a primeira vez que José Afonso cantou em público a canção que, dois anos mais tarde, se tornaria a senha do Movimento das Forças Armadas (MFA), na Revolução do 25 de Abril de 1974.<br />
&#8220;Grândola, vila morena&#8221; integra o álbum &#8220;Cantigas do Maio&#8221;, gravado em França, em finais de 1971, com arranjos de José Mário Branco.<br />
Inspirada em pessoas que José Afonso conhecera na Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense, encerrada pela PIDE, a polícia política do regime, a canção viria a ser interpretada em Portugal apenas a 29 de março de 1974, num espetáculo no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, ao qual assistiram militares das Forças Armadas que, por isso, a escolheram para segunda senha da &#8220;Revolução dos cravos&#8221;.<br />
&#8220;Grândola, vila morena&#8221; foi transmitida às 00:20 de 25 de Abril de 1974, no programa Limite, da Rádio Renascença, como sinal de saída dos militares dos quartéis, cerca de hora e meia após a emissão da primeira senha da Revolução, &#8220;E depois do adeus&#8221;, ouvida às 22:55 de 24 de abril, nos Emissores Associados de Lisboa.<br />
O festival &#8220;Terra da Fraternidade &#8211; Galiza a Zeca Afonso&#8221; começou na segunda-feira, no Burgo das Nações, e termina na sexta-feira com a realização de uma mesa redonda sobre &#8220;O génio de Zeca&#8221;, na qual participa o cantor português e presidente da Associação José Afonso, Francisco Fanhais, com músicos galegos que trabalharam com o &#8220;cantautor&#8221; português.</p>
<p>Agência Lusa</p>
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		<title>O vídeo da homenagem &#8220;Terra da Fraternidad &#8211; Galicia a Zeca Afonso&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 10:25:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AJA</dc:creator>
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		<title>20 versões para &#8220;Grândola, Vila Morena&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 17:58:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AJA</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Grândola]]></category>
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		<description><![CDATA[Há precisamente 40 anos, no dia 10 de maio de 1972, José Afonso cantava pela primeira vez em público o tema “Grândola, vila morena”. Foi no Burgo das Nações, em Santiago de Compostela, e estaria então longe de imaginar o rumo que este tema iria tomar. Até à data, é a sua música que mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Há precisamente 40 anos, no dia 10 de maio de 1972, José Afonso cantava pela primeira vez em público o tema “Grândola, vila morena”. Foi no Burgo das Nações, em Santiago de Compostela, e estaria então longe de imaginar o rumo que este tema iria tomar.<br />
Até à data, é a sua música que mais versões contabiliza. Do Chile à Finlândia, de Charlie Haden a Amália Rodrigues, do jazz ao rock, aqui vos deixamos 20.<br />
&nbsp;<br />

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    <p>Here is the Music Player. You need to installl flash player to show this cool thing!</p>
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		<title>O cantar galego do Zeca</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 10:12:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#160; Para min o Zeca é o máximo expoñente da Música Popular Portuguesa, un músico extraordinario e autodidacta cunha rara sensilibilidade para a poesía e para transmitir o sentir musical de todo un pobo. Coñecía ben o Fado de Coimbra, a música tradicional do seu país, da que bebeu en numerosas ocasións e da música [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aja.pt/wp/wp-content/uploads/2012/05/Uxia.jpg"><img class="alignleft  wp-image-14606" title="Uxia" src="http://www.aja.pt/wp/wp-content/uploads/2012/05/Uxia.jpg" alt="" width="477" height="318" /></a><br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Para min o Zeca é o máximo expoñente da Música Popular Portuguesa, un músico extraordinario e autodidacta cunha rara sensilibilidade para a poesía e para transmitir o sentir musical de todo un pobo. Coñecía ben o Fado de Coimbra, a música tradicional do seu país, da que bebeu en numerosas ocasións e da música africana, moi presente na súa discografía. Toda ela é un tesouro que se vai recuperar agora nunha nova edición que saeu coincidindo co 25 aniversario da súa morte. Morte&#8230;Non me gusta esta palabra cando falo do Zeca porque para min e para moit@s está máis vivo e de actualidade que nunca. As súas palabras e as súas cancións, como todas as grandes obras de arte, non pasan de moda. Nin siquera o repertorio máis comprometido é circunstancial. Hoxe podemos interpretar Grândola cun nó na gorxa ou Utopia ou calquera outra que ainda hoxe soa nas manis da &#8216;geração á rasca&#8217;.<br />
Foi tamén un activista na relación coa nosa Galiza que para él era unha especie de patria espiritual.</p>
<p style="text-align: justify;">El foi e segue a ser Un exemplo de cómo combinar as raíces e unha linguaxe propia. O compromiso e a beleza, o lirismo e a realidade. Poucos autores no mundo conseguiron dun xeito tan rotundo e natural esa conxunción irrepetíbel. A emoción e a precisión musical e esa voz fermosa e trémula que o seu sobriño João Afonso herdou. A súa sabiduría vital nunca me deixou indiferente, despois de anos e anos de escoitar e coñecer cada melodía, cada acorde, cada nota. E unha vocación de universisalidade da que procuro alimentarme, sempre. Nunca poderei agradecerlle bastante todo o que aprendín e sigo aprendendo. Cando interpreto &#8216;Verdes são os campos&#8217; ou &#8216;Menino do Bairro Negro&#8217;, ou calquera do outra, sinto que estou en comunión con él.</p>
<p style="text-align: justify;">De non nacer nun país pequeno como Portugal, o que lle resta visibilidade pública a nivel mundial, sería equiparable a Leonard Cohen, Bob Dylan, Brassens&#8230;Ainda así, creo que cos anos vaise recoñendo a súa figura en todo o mundo. Non en van é o compositor portugués máis divulgado de todos os tempos. É referencial e moi respectado entre a comunidade musical e literaria mais non é suficiente, tendo en conta que é o mellor escritor de cançións en portugués. Moi simples na súa forma, e moi ricas no seu contido, o retrato social dun país, un narrador de historias fantástico. VIVA O ZECA AFONSO!!!</p>
<p>Uxia Senlle</p>
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		<title>&#8220;José Afonso: de ouvido e coração&#8221; em Évora</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 10:49:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AJA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amílcar Vasques Dias]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Mais informações]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aja.pt/wp/wp-content/uploads/2012/05/Évora.jpg"><img src="http://www.aja.pt/wp/wp-content/uploads/2012/05/Évora.jpg" alt="" title="Évora" width="477" height="330" class="alignleft size-full wp-image-14603" /></a><br />
&nbsp;<br />
<a href="http://eborae-musica.org/index.php?option=com_content&#038;task=view&#038;id=686&#038;Itemid=17" target="_blank">Mais informações</a></p>
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		<title>Poetas à mesa na AJA norte</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 16:06:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AJA</dc:creator>
				<category><![CDATA[AJA Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Amigos maiores que o pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aja.pt/wp/wp-content/uploads/2012/05/Poetas-à-Mesa.jpg"><img src="http://www.aja.pt/wp/wp-content/uploads/2012/05/Poetas-à-Mesa.jpg" alt="" title="Poetas à Mesa" width="477" height="320" class="alignleft size-full wp-image-14593" /></a></p>
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		<title>Testemuña da primeira xira de Zeca Afonso na Galiza</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 15:47:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AJA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arturo Reguera]]></category>
		<category><![CDATA[Benedicto Garcia Villar]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Galiza]]></category>
		<category><![CDATA[Testemunhos]]></category>

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		<description><![CDATA[José Afonso e Benedicto Garcia Villar O 8 de maio de 1972, ás 12 da mañá, estabamos Benedicto, Maite e eu agardando puntualmente na Librería Tanco de Ourense, aquela librería que a hospitalidade cultural e política do seu dono Carlos Vázquez convertía en casa de acollida para todas as boas causas. Eu estaba nunha impaciente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aja.pt/wp/wp-content/uploads/2012/05/zeca-e-benedicto.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-14578" title="zeca e benedicto" src="http://www.aja.pt/wp/wp-content/uploads/2012/05/zeca-e-benedicto.jpg" alt="" width="477" height="352" /></a><br />
<strong>José Afonso e Benedicto Garcia Villar</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O 8 de maio de 1972, ás 12 da mañá, estabamos Benedicto, Maite e eu agardando puntualmente na Librería Tanco de Ourense, aquela librería que a hospitalidade cultural e política do seu dono Carlos Vázquez convertía en casa de acollida para todas as boas causas.<br />
Eu estaba nunha impaciente espera, pois Benedicto e Maite xa estiveran na súa casa en Setúbal, pero eu non os coñecía persoalmente. Coñecía, e de non moito tempo, a súa música, que me entusiasmara, e pensar que o home capaz de cantar aquelas cousas ia logo aparecer en persoa, parecíame un soño, que de pronto se materializou ao apareceren as persoas que esperábamos, José Afonso e Zélia.<br />
Dicía Vinicius de Moraes que “a gente não faz amigos, reconhece-os”, e iso foi o que aconteceu, pois aquel dia recoñecín un grande par de amigos.<br />
Logo de comer, ós músicos urxíalles ensaiar, pois Benedicto ia acompañar o Zeca á guitarra, e nunca tiñan tocado xuntos. Pediron hospitalidade ó escultor Acisclo Manzano e, na súa casa, puideron comezar unha colaboración musical que ia durar anos.<br />
O concerto foi no Ateneo de Ourense, e entre o público que enchía a sala, estaban o escritor Eduardo Blanco Amor, os artistas Acisclo, xa citado, e Xaime Quessada, e o médico Manuel Peña Rey, entre outros. O concerto correu moi ben, e ó fin todos aqueles amigos manifestáronnos a súa sorpresa por escoitar a aquele cantor tan bo e, para eles, tan descoñecido. Para máis detalles, pódese consultar o libro de memorias de Benedicto “Sonata de amigos” (Xerais, Vigo, 2008), tendo en conta que o Bene comete a pequena imprecisión de situar no día 9 o que realmente sucedeu o 8, e de aí salta para o 10 en Santiago, coméndose o concerto de Lugo.<br />
Ó dia seguinte, 9 de maio, por tanto, estábamos en Lugo para celebrar o segundo concerto da xira, esta vez no Círculo das Artes, no salón grande, que non estaba nin medio cheo porque a publicidade fora moi mala. O noso querido amigo Luís Macía “Papís”, fora o encargado de facer a xestión no diario local El Progreso para que publicaran unha nota de anuncio para o acto, método gratuíto e normalmente suficiente para un acto cultural, pois na altura celebrábase tan pouca cousa que cando había algo asistía toda a xente que tiña un mínimo de interese por estas cousas. Pero aquel día El Progreso só publicou unha nota mínima e escondida, na que anunciaba un recital de música galaico-portuguesa, co que moita xente debeu de pensar que se trataba de música medieval. O resultado foi que a diferenza de Ourense, onde había unha sala mediana chea, en Lugo había un salón grande medio baldeiro. Con todo o concerto correu ben, a xente, como non podía ser de outra forma, tamén quedou encantada. Como curiosidade direi que foi a única vez que lle escoitei cantar en público a canción Menino d’oiro. Entre os asistentes estaba Xesús Alonso Montero, con quen logo iríamos cear, e que tamén aquí comezou unha fonda amizade co Zeca.<br />
E por fin o dia 10 estamos en Santiago, no Burgo das Nacións, daquela sede da Facultade de Económicas. Remito tamén agora para o libro do Benedicto, que fai unha detallada descrición do multitudinario recital, no que, como é sabido, por primeira vez o Zeca cantou “Grândola vila morena” en público. Só quero engadir dúas cousas: unha é que ó día seguinte viaxei co Zeca e a Zélia no seu coche para Portugal, e fun testemuña do entusiasmo con que o Zeca contaba o concerto de Santiago ós seus amigos de Lisboa e Setúbal. Nunca tiña vivido unha experiencia semellante. A outra é que no verán de 1973, estando eu de visita, acompañeinos a Melides, unha pequena vila costeira onde pretendían alugar unha casa para as vacacións, e por casualidade cadrou de pararmos a comer en Grândola. Mentres o resto da xente facía tertulia co café, o Zeca acenoume para irmos pasear, e fomos ver a sede da Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense, naquela altura pechada pola PIDE (policía política), o lugar onde coñecera a xente que lle inspirou a canción (em cada esquina um amigo, em cada rosto igualdade&#8230;), e comprendín por qué unha canción que nunca cantara en público sen embargo foina cantar a Santiago: porque volveu a encontrar aquel ambiente de solidariedade e fraternidade que o inspiraran en Grândola, e que contribuíu de xeito decisivo para a profunda relación que axiña o ligou a Galicia e aos galegos.<br />
Aproveito a ocasión para aclarar unha lenda urbana que teño escoitado, referente ó disco Venham mais cinco, que comeza co dístico:</p>
<p>A garrafa vazia<br />
de Manuel Maria</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo este bulo é unha referencia a unha botella de augardente que lle regalara ó Zeca e ao equipo de músicos, de viaxe para gravar o disco, Manuel María Fernández Teixeiro, o poeta da Terra Chá. Pois ben, podo afirmar que en outubro de 1973, data de gravación do disco, e pouco máis dun ano despois de comezar a súa fecunda relación con Galicia, o Zeca e o Manuel María non se coñecían, e ignoro si se coñeceron máis tarde, pero ata o 25 de abril (de 1974), tiven o pracer e o privilexio de acompañar ó Zeca as tres veces que nese período visitou Galicia (esta de 1972, marzo do 73 e poucos días antes do 25 de abril), falamos horas e horas en longos paseos por Santiago, e nunca mencionou a Manuel María. Por outra parte, o avión de Lisboa a París, onde se gravou o disco, non facía escala en Monforte de Lemos&#8230;<br />
Para o Zeca “Manuel María”, de ser unha referencia a unha persoa concreta, sería ao gran poeta setubalense do século XVIII Manuel María Barbosa du Bocage. Lembro que no meu primeiro viaxe a aquelas terras, non ben chegamos a Setúbal, en canto subimos a equipaxe, levoume a coñecer a casa do poeta sadino, por quen sentía unha grande admiración.</p>
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