Poema de Valter Hugo Mãe dedicado a José Afonso

Poema sobre o ódio à vidapara o zeca afonso Havia um sapato de cristal no meio das escadas, eracerto que uma futura princesa ali o passara. um príncipetriste, acompanhado de seus pajens, recolheu odelicado objecto e suspirou, antevendo um amor eterno,o coração acelerado, o príncipe tornou-se muito ansioso emais ansioso à medida da espera. e […]

Homenagem | Eduardo Aroso

HOMENAGEM(A José Afonso) Anjo insubmisso!Voz orvalhada,Cor de trigo,Ondulada.Grito do pãoMal repartido.TrovadorLuso,Universal,Redentor.Quando voltasPara a liberdade solta,Límpida, generosa.De esperança.Quando voltasDesejado?D. Sebastião,Quer tenhas este nomeOu não. Eduardo ArosoAbril 2008

Uma barquinha para o Zeca

Vai a barquinhavaia meninavaip’lo rio a passar cai a neblinacaia farinhacaimoleira do mar. Vai a barquinhacaia neblinavaip´lo rio a passar vai a meninacaia farinhacaimoleira do mar. Vai a barquinhavaia meninavai a barquinhavai . Cai a neblinacaia farinhacaimoleira do mar. Carlos Carranca7.julho.2007

"Uma canção" por Maria Teresa Duarte Marinho

Correm velozes vários animais na erva molhada. É ele que os vê espreitar e logo de seguida desaparecer, enquanto vai conduzindo o camião cheio de homens que vestem ganga velha, a cara da cor do carvão. Gritam e agitam os braços para as mulheres à beira da estrada, as crianças em busca de mais amoras.Ao […]

Poema de Natália Correia para José Afonso

É de murta e de mar a tua vozCom algas de canção estrangulada.Aberta a concha da trova malsofridaSaíste como sai a madrugadaDa noite, virginal e humedecida. É de vinho e de pinho a tua vozCom pranto de insofríveis flores banidas.Mas é pela tua garganta que soltamosAs eriçadas aves proibidasQue no muro do medo desenhamos. Natália […]

Balada de Outono para Zeca Afonso | Manuel Alegre

Poema a José Afonso

Bendito seja o pãoBendito seja a dorBenditas as portas do amor José Afonso, “Benditos”, in Galinhas do Mato Elevo os teus cabelos à categoria de cidade– a Cidade Utópica! De Cireneas ruas e avenidas são os partos da amargurapelo vento irmanado de Jerusalém,no teu ventre de Menino. Istambulsedutor das cabras montanhosas:Onde e quemnossa mortea Sul. […]

Carta ao Zeca

E se de todas as bocas saísse hoje a palavra liberdade?E se saíssemos das casas conforto, comodismoE na rua olhássemos a miséria de frente,A hipocrisia que alastra,O egoísmo do eu feito preocupação diária?E se em vez de sobreviverVivêssemos?E se a indignação fosse decreto,Obrigatoriedade, dever cívico a cumprir?E se a miséria fosse crime públicoE quem a […]

Recitativos de Rui Mendes dedicados a José Afonso

IE há apenas isto: um homem, companheiro de estrelas e de remos, no arrasto da nossa esperança, rodeado de prados e agruras, e afolhagem de certa guitarra encarnada. IIE esse homem, pregoeiro da brisa da madrugada, de pulso livre e coração descoberto, à mesa tingida pela luz a que nos sentamos sempre, apenas canta, apenas […]

Novos cruzados

Luiza Neto Jorge lembrando as suas deambulações em Faro com A. Barahona, Zeca Afonso, Bronze e Pité Novos CruzadosSequiosos descemseus corpos de esponjaa rolar na treva,iates rompendoà babugem da água,caravanas carasem fossados porrochedos e hortas,sedentos recolhemcisternas, piscinassob o seu pendão,e saqueiam, sangramconsagrados àsalvação do corpo estes cruzados!Luiza Neto Jorge

Zeca (2)

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